Janela Publicitária    
 
  Publicada desde 15/07/1977.
Na Web desde 12/07/1996.
 

Janela Publicitária - Edição de 24/JUN/2005
Marcio Ehrlich

 

Sebrae-RJ vai para a Contemporânea

Depois de vencer a concorrência da Eletrobras, a Contemporânea emplaca mais uma licitação pública. Agora foi a conta do Sebrae-RJ, cuja verba está avaliada em R$ 1,5 milhão por ano.
Da disputa participaram 10 agências, entre as quais a paulista Giacometti, que ficou em segundo lugar, e a carioca Via 4, terceira colocada. Todas as três tem alguma afinidade com a entidade. A Contemporânea é a agência da Firjan-Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, que mantém diversas parcerias com o Sebrae-RJ. A Giacometti, em julho de 2004 havia vencido a concorrência pelo Sebrae Nacional. E a Via 4 já realizou diversos trabalhos para o órgão, como pode ser visto em seu site.
Na verdade, na área técnica, o segundo lugar havia ficado com a Agência3, que foi sobrepujada pelas demais concorrentes na fase de preços, caindo para o quinto lugar.
A conta do Sebrae-RJ estava com a Publicis Salles Norton que, somadas as pontuações das fases técnica e de preço, chegou em quarto lugar nesta licitação. As demais participantes foram Binder FC+G, Effort, Eurofort, Percepttiva e Premium.

Quê|Next leva de novo Prefeitura de Niterói

Vespasiano Luz, o VespaEM PRIMEIRA MÃO - A PPR (Quê|Next) foi a vencedora da fase técnica da licitação pela conta da Prefeitura de Niterói, que ela atende desde a última concorrência, em 2003. O edital para a disputa tinha motivado protestos de entidades publicitárias, por incluir exigências como a garantia de que a agência disponibilizasse os serviços de um profissional de atendimento "por 24 horas durante toda a semana, inclusive sábados, domingos e feriados". Na Quê|Next, desde 2003 o responsável por esta relação com a conta de Niterói tem sido o publicitário Vespasiano "Vespa" Luz (foto), que, ao que parece, continuará com o emprego garantido por mais dois anos.
Outra exigência do edital que gerou protestos deve ter sido facilmente cumprida tanto pela Quê|Next quanto pela Agência3, que ficou em segundo lugar nesta primeira fase: a de apresentar peças, tanto impressas quanto eletrônicas, produzidas para três diferentes clientes do setor público. Ambas as agências estão passando por uma ótima fase no Rio, inclusive atendendo a diversos clientes da área governamental.

VS abre mão do Casa Show

A VS enviou nota à imprensa informando que na tarde desta sexta-feira comunicou oficialmente à rede de lojas de material de construção Casa Show o encerramento do seu relacionamento de quase 5 anos com o anunciante. De acordo com o texto da agência, houve divergências sobre o modelo de remuneração, "que está absolutamente fora das Normas-Padrão da Atividade Publicitária".
Em português claro, isto significa que o cliente não aceita as taxas de 20% de veiculação ou de 15% sobre produção, o que definitivamente não fica bem em uma agência cujo diretor, Valdir Siqueira, é vice-presidente nacional da ABAP-Associação Brasileira das Agências de Publicidade.
O Casa Show, por sua vez, já está sendo procurado por diversas agências que não ligam para isso.

Casa Show estaria em concorrência

A Janela foi procurada no início da noite desta sexta-feira -- quando este colunista estava a caminho do aeroporto do Galeão -- por um publicitário, que pediu para não ser identificado, refutando a versão distribuída pela VS para o seu afastamento da conta do Casa Show.
A história é até mais cabeluda do que a relatada pela Janela. Como pelo adiantar da hora em que cheguei ao hotel em Floripa não foi possível conseguir mais contato com dirigentes da VS para comentar o assunto, repasso aos leitores o registro da informação que recebi.
Segundo o informante da Janela, o Casa Show teria iniciado há algumas semanas um processo de concorrência, convidando pelo menos 7 agências para lhe apresentar propostas, sem que tivesse dado conhecimento à VS. Esta, naturalmente, quando descobriu o fato, teria tentado renegociar com o cliente a sua permanência, sendo informada, então, das novas condições financeiras com que o Casa Show estaria querendo trabalhar.
Ainda de acordo com este publicitário, a concordância do Casa Show em seguir ou não as normas do Conselho Executivo das Normas Padrão (Cenp) seria uma questão de interpretação. O Casa Show estaria querendo adotar o formato -- cada vez mais utilizado por anunciantes -- de remunerar a agência através de fee, o que seria uma alternativa também prevista pelo Cenp. Daí a subjetividade de estarem ou não corretos os destinos a ser dados para os honorários de veiculação e produção.
Todas estas explicações dadas pelo nosso informante, naturalmente, foram para esclarecer que a nova agência que vier a ser escolhida pela concorrência não estará necessariamente desrespeitando as Normas Padrão, como a nota distribuída pela VS permitiria concluir.
Os leitores hão de se lembrar que a VS passou a trabalhar para o Casa Show em 2001, quando ele ainda era do Grupo Sendas, cuja conta foi integralmente conquistada pela agência em concorrência, numa fase de estremecimento entre a Sendas e a sua agência anterior, a Giovanni FCB. Quando em 2002 a conta da Sendas voltou para a Giovanni, a VS ficou com as demais empresas que formavam o grupo, na Úpoca: Casa Show, Bon Marché e Sendas Delivery.

CBN entra na freqüência da Globo FM

Se foi por conta da badalada entrada da BandNews na freqüência modulada em transmissão nacional ou não é difícil saber, mas o Sistema Globo de Rádio apressou seu antigo projeto de levar a rádio CBN -- que atualmente no Rio é transmitida pela 860AM -- para a FM no Rio de Janeiro. Em São Paulo, a ampliação da rede já havia sido realizada, com a CBN sendo transmitida simultaneamente pela 780AM e pela 90.5FM.
Infelizmente para os amantes da boa música, a freqüência utilizada no Rio será a ocupada atualmente pela Globo FM, de 92,5MHz. A informação da mudança, por enquanto, só está sendo divulgada na própria programação da "rádio que toca notícia".
Há algumas semanas, a CBN começou a veicular uma forte campanha institucional, através da agência Contemporânea. Não por acaso, a assinatura falava em Rede CBN, sem que fossem informados os números das suas emissoras no dial. É provável que já seria para preparar a mudança.
A Janela tentou entrar em contato com diretores do Sistema Globo de Rádio, para saber o destino da Globo FM, mas foi informada de que esta terça-feira todos os diretores e gerentes do grupo estão participando de uma reunião.
Quando a FM surgiu, por sua maior qualidade e alcance de transmissão, foi imediatamente associada à execução de música, praticamente acabando com as emissoras musicais de ondas médias, onde os ouvintes haviam aprendido a votar nas músicas pela cor ou ouvir os Beatles no Cavern Club de Big Boy. Hoje, a FM acabou virando padrão de rádio. As cobiçadas classes A-B sintonizam os rádios de seus carros em FM. Meu MP3 player Zen Micro também sintoniza FM. As emissoras de noticiário estão tendo que correr atrás. A BandNews matou a Fluminense FM, que não havia conseguido se manter mais uma vez como "maldita", tocando rock. Temo que o mesmo aconteça agora com a Globo FM. Vamos torcer para a JB AM não querer acabar com a Cidade.

Leia a nota anterior: Contemporânea toca nova campanha da CBN

Vibezone é a festa que a garotada pediu a Deus

José Borda, Ana Paula Castello Branco, Jorge Nuno e Mônica Horcades.
José Borda, diretor de Marketing da Rio de Janeiro Refrescos (RJR), Ana Paula Castello Branco, gerente de Marketing Regional da Coca-Cola Indústrias, Jorge Nuno, gerente de Marketing da RJR e Mônica Horcades, diretora de Marketing da Coca também se divertem no Vibezone.

Chega a dar inveja por, no meu tempo de adolescência, não se poder ir a uma festa sem saber que pelo menos a mãe de alguém estaria sentada na sala tomando conta. A euforia de 20 mil garotos dançando, cantando e fazendo esportes radicais no Vibezone realmente empolga e está deixando os executivos da Coca-Cola sorrindo de orelha a orelha, como se vê na foto.
A garotada já se anima por, na entrada, receber de graça uma dessas pulseiras de plástico que estão na moda. Foram 40 mil compradas pela Coca e pela Rio de Janeiro Refrescos para doar o valor de R$ 40 mil reais ao projeto Gol de Placa, realizado em conjunto com a prefeitura e que busca tirar as crianças das ruas incentivando a prática do futebol.
Lá dentro, filas enormes se formavam para despencar 50 metros em queda livre do alto de um guindaste e cair em uma rede de tranças de aço. Ou para que os meninos e meninas fossem catapultados a 60 metros de altura pelo elástico de um bungee-jump invertido. Vale lembrar que, responsavelmente, o Juizado de Menores proibiu a venda de qualquer produto alcoólico, não acreditando que, mesmo com a melhor das boas intenções da organização, fosse possível evitar que um maior de idade identificado como tal comprasse a bebida e a repassasse para um "dimenor". Nem por isso, no entanto, o público deixou de se esgolear para cantar junto do grupo Dibob o seu sucesso "1 a 0 eu" ou -- não se faz mais bandas de rock como antigamente -- "Nosso Sonho", numa homenagem à dupla Claudinho e Bochecha.

SHARE-OF-HEART

Tudo, é claro, cercado por milhares de peças de merchandising da Coca-Cola espalhadas pelos 50 mil metros quadrados da Cidade do Rock.
Jomar Junior e Rodolfo Medina
Jomar Junior, da Dream Factory, comemora com o irmão Rodolfo Medina, da Artplan, o sucesso do Vibezone.
Não há como duvidar que um evento assim deixará fortes resíduos de marca no público presente. Ainda mais que a Coca-Cola tem feito a coisa certa de aliar o marketing promocional à comunicação publicitária. Os nomes das tendas, Vibe Festa, Sussa, Gás e Pega, foram os mesmos dos mini-CDs distribuídos pela fábrica de refrigerantes na promoção Vibesound, por troca de chapinhas, em campanha que lotou a mídia nos últimos meses.
No Prêmio Colunistas Promoção Rio 2003 a Coca-Cola e a Dream Factory, que organiza o evento, já haviam ganho a medalha de Ouro de Case de Marketing Promocional de Produto de Consumo. Que bom que a empresa continuou apostando na promoção até hoje. Vamos torcer para ela não parar e motivar outros anunciantes a também fazerem os seus projetos para atingir, mais do que o "share-of-mind" no consumidor, o que gosto de chamar de "share-of-heart", que só mesmo uma ação de marketing promocional é capaz de conseguir.

CAOS NO TRÂNSITO
Só para não ficar apenas em elogios: não é de hoje que os poderes públicos do Rio de Janeiro provaram que não sabem se planejar para minimizar os efeitos de um show na Barra da Tijuca. Quem tentou assistir ao U2 no Autódromo do Rio, em 1998, lembra bem disso. Agora no Vibezone, o caos continua. Se a culpa é da CET-Rio, da PM ou da Guarda Municipal, não sabemos. Mas será que já não estava em tempo de estes órgãos contratarem gente capaz de se organizar de forma inteligente? Ou vão esperar a imprensa internacional para testemunhar a loucura que vai acabar sendo o Pan-2007 se nada for feito para mudar o quadro atual?

Dinâmica dança no Vibezone

Dançarinos da Dinâmica TalentosA Dinâmica Talentos foi escolhida pela Dream Factory -- produtora do Vibezone -- para fornecer a equipe de dançarinos que está animando a tenda Vibe Festa do evento, que está acontecendo estes dias 17 e 18, no Rio de Janeiro.
Nas duas noites, as 6 dançarinas e os 2 dançarinos realizarão diversas performances ao som de techno, house e hip-hop tocado pelos DJs do evento. Vestidos de branco, eles terão imagens projetadas sobre o seu corpo, fundindo-se com as cores exibidas nos telões colocados ao fundo do palco da tenda.

Francucci acusa Antel pela má qualidade dos filmes brasileiros

A Assessoria de Imprensa do jurado brasileiro de filmes em Cannes 2005, Átila Francucci, CCO da JWT Brasil, divulgou uma nota este final de tarde reportando que o publicitário saiu do segundo dia de julgamento do long-list "extremamente desapontado com a qualidade técnica da projeção de algumas peças brasileiras inscritas em Cannes via sistema digital (Beam.TV)".
Francucci estaria questionando o trabalho realizado no Brasil pela Antel, empresa homologada pela Beam.TV para o oferecimento do serviço de encoding (transcrição do formato analógico para o digital) e upload do material no site da Beam.TV.
“Fomos altamente prejudicados pela qualidade de parte do material brasileiro concorrente. A qualidade de imagem e de som é extremamente variável, apresentando imagens pixeladas, com trancos na transmissão”, lamenta Francucci, que só hoje avaliou cerca de 600 filmes. “Interrompi a sessão algumas vezes a fim de averiguar se era possível corrigir a transmissão, mas foi em vão”, relata.
A Antel atendeu este ano algumas das principais agências brasileiras concorrentes na categoria Films em Cannes.
Procurado pela Janela, o diretor da Antel, Mario "Marinho" Garbin Jr., está preparando uma declaração para esclarecer a questão.
Volta ao passado
Este filme parece Sessão Nostalgia das participações do Brasil na década de 80, em Cannes, quando os rolos em película enviados para o festival apresentavam uma baixa qualidade de imagem e áudio. Este colunista lembra-se de, na década de 90, ouvir João Daniel Tikhomiroff -- que curiosamente é jurado deste ano, assim como Francucci -- dizer orgulhoso que as versões de filmes brasileiros enviadas para Cannes não ficavam nada a dever às internacionais.
Agora, com a transferência para mídia digital, ao que parece, o problema reapareceu.
Está lançada, então, a primeira grande polêmica da participação brasileira no Festival de Cannes de 2005.

Antel recusa responsabilidade na crise dos filmes de Cannes

A Antel garante que os problemas que estão acontecendo com os comerciais brasileiros na projeção para os jurados de Cannes não se devem à conversão feita na empresa para a mídia digital.
"Fizemos download de todos os filmes que haviam sido enviados para o festival e as agências brasileiras puderam verificar que nenhum deles apresentava qualquer defeito", afirmou para a Janela o diretor comercial da Antel, Mario "Marinho" Garbin Junior, que desde 1995 vem trabalhando na preparação dos filmes brasileiros para concorrer em Cannes.
Marinho especula que a "baixa qualidade" reportada pelo jurado brasileiro -- o publicitário Átila Francucci -- se deva ao fato de o país ainda não estar trabalhando com alta definição na produção para televisão. "Este ano, a projeção em Cannes está sendo feita em equipamento de alta definição (HDTV), com uma resolução de 1080i (1920 X 1080 interlaced lines), enquanto o Brasil exibe comerciais produzidos para Standard TV (SDTV), cuja resolução é de 480i (720 X 480)", esclareceu o diretor da Antel. Na opinião do profissional, se Francucci vinha assistindo a comerciais produzidos originalmente com a mesma resolução do projetor e em seguida encontrava um trabalho de resolução menor, com certeza iria perceber a queda na qualidade.
Para minimizar o problema, Garbin Júnior assegura que Antel ofereceu às agências brasileiras diversas opções técnicas, inclusive passando as peças inscritas pelo aparelho chamado "upconverter" que, a grosso modo, amplia os sinais de vídeo para o número de linhas entrelaçadas da TV de alta definição.
Marinho admite, porém, que nem todas as agências brasileiras optaram pela conversão, que naturalmente implicava em um custo maior. "Houve quem decidisse entregar seus filmes em Beta Standard, ou seja, sem mesmo ser digital, para ser projetado em Cannes em um equipamento com resolução muito maior", ressalvou.
A Antel foi informada do problema que está acontecendo em Cannes através da reportagem da Janela. De acordo com Marinho, ainda hoje a Antel vai acionar o diretor da Beam.TV no Brasil, Fabio Pellim, solicitando que ele analise com os técnicos da empresa presentes em Cannes as queixas formuladas por Francucci.

CANNES - Afirmação do 3º mundo?
Navegando por sites internacionais de publicidade, este colunista percebeu que apenas um ou outro país latino faz a cobertura diária do Festival. E ninguém como o Brasil, que disputa "furos" minuto-a-minuto como se disso dependesse o futuro da publicidade nacional. Será que, no mundo inteiro, só nós estamos certos?

CANNES - Afirmação do 3º mundo? (Falam os leitores - I)

Guto GraçaDe Guto Graça, diretor da B2G:
"Marcio,
Eu fui ao festival publicitário de Cannes apenas uma vez. E o que pude notar, sem ser gauche, é que nós brasileiros e argentinos, sim sem esquecer os espanhóis, damos uma supervalorizada na importância do festival. Conversando com uma amiga inglesa, diretora de arte, ela mesma não tem mais ido a Cannes. E reclama, sem xenofobia, dos rumos que o festival vinha tomando.
Outra coisa, quando lá estive, fiquei conversando com gente da Holanda, Italia, Australia, Malasia, Estados Unidos dentre outros e fui acusado pelos brasileiros de ser babaca de não ficar com a nossa galera. O brasileiro em Cannes se fecha em um gueto verde e amarelo e entra num clima de competição, que tira um ponto importante de troca de experiências com outros pares de fora. Conhecer a realidade diferente da nossa.
Na verdade, acaba que ninguém discute ou debate nada. Para ver filmes, eu compro o DVD dos premiados. E se for para encher a cara, eu prefiro dar um pulinho pra zorra de San Remo e ficar bebendo grappa.
Abração,
Guto"

Anúncio de Bavária Sem Álcool foi coincidência?

Bavária sem Álcool, da Publicis Salles Norton
220V

Do leitor João Leonardo Dias Homero:
"É Márcio,
Parece que está na moda a "coincidência criativa"... veja só o anúncio da Publicis para a Bavária sem álcool que entrou no shortlist de press&post.
Agora veja esta outra peça, de uma agência carioca para o energético 220V.
Abs
João"

N.R.: O anúncio do energético 220V, fabricado pela Thoquino, é da agência Percepttiva, com criação de Fabiana Falcão e Luiz Henrique Destri, direção de criação de Eduardo Ribeiro, atendimento de Rafael Duarte e aprovação de Alexandre Marconde, segundo ficha técnica existente no site do CCRJ.

IP também terá aulas de atendimento

O IP/Instituto da Propaganda, criado pelo publicitário Marcos Silveira com o objetivo de ser uma escola prática de criação, está ampliando o seu leque, depois de 2 anos só formando criativos. Agora em julho o IP abre, além da turma de criação, uma específica para a formação prática de profissionais de atendimento. Segundo Silveira, os alunos vão ter a oportunidade de aprender a pegar briefings e a fazer pedidos de criação mais eficientes, entre outras coisas. Ele garante que "em apenas 6 meses de IP, os alunos estarão prontos para o mercado de trabalho". A própria Doctor, agência de Silveira, garante que dará estágios, ao final do curso, para os alunos com melhor aproveitamento.
As informações sobre os cursos de Criação e de Atendimento podem ser conseguidas pelo telefone (21) 2544-4194 e pelo site www.institutodapropaganda.com.br .

Colunistas Nova Geração tem inscrição prorrogada

Até sexta-feira, 1º de julho, os estudantes de publicidade do Rio de Janeiro ainda podem se inscrever no Prêmio Colunistas Nova Geração, que dá a oportunidade aos futuros profissionais de receber o reconhecimento do mercado em plena festa de premiação do Colunistas, junto de todas as grandes agências cariocas.
O regulamento do concurso e o briefing para a preparação das peças está no site da Abracomp, em www.colunistas.com/novageracao. Este ano, o concurso quer que os estudantes criem peças para sensibilizar o brasileiro a ter uma postura em relação ao vestuário mais adequada ao nosso clima, além de julgar a dignidade de uma pessoa pelo seu carater e sua capacidade de trabalho pelo seu talento, não pela sua aparência.
Mais informações sobre o Prêmio Colunistas Nova Geração podem ser obtidas pelo telefone (21) 2537-8180, com Valter Peixoto.

REFORÇOS DO MERCADO

Staff (Rio - RJ) - O redator Bruno Gentil e o diretor de arte Kito Vilela chegam à Staff para incrementar a criação comandada por Wilson Nobrega. Bruno, finalista do Melhor do Rio – prêmio promovido pelo CCRJ – em 2004 e 2005, teve passagens pela 100% Propaganda e IDFX Comunicação. Já Kito, que tem em seu portfólio medalha de Ouro do Prêmio Colunistas Nova Geração 2003, vem da Praia de Comunicação. (20/06/2005)

Duda (São Paulo - SP) - Chega à agência o redator Fabio Victória, que deixa a direção de criação da MPM, onde foi responsável por campanhas para a Burger King, Novartis e Kyocera. O profissional, que acumula passagens também na DM9, Ogilvy e Salles, e premiações em Cannes, Londres, Clio, Anuário, One Show, entre outras, fará dupla com Bruno Brasil (ex- Fisher América, AlmapBBDO e MPM), que chega como diretor de arte. Outra contratação é Claudio Lima, ex-Wieden+Kennedy Portland, Grey Brasil, FCB Portugal e FCB Chicago, foi o ganhador da competição mundial da Young Creatives 2004, em Cannes, representando Portugal. E Rodrigo Rodrigues, também diretor de arte, completa a equipe criativa. Rodrigues (ex- Almap, Leo Burnett e Loducca) atuará como diretor de arte. (20/06/2005)