Falar sobre a doação de órgãos é, quase sempre, falar sobre um momento que ninguém quer imaginar. Foi pensando nesse momento que a Nacional Comunicação desenvolveu a nova campanha do Ministério da Saúde. Em vez de levar o tema para o hospital, a campanha leva o tema para a mesa da cozinha, para o sofá da sala, para as conversas do dia a dia. A ideia é simples e poderosa: a melhor forma de garantir que uma vontade seja respeitada é dizê-la em voz alta para quem a gente ama.
O ponto de partida é um dado concreto. No Brasil, a doação de órgãos após a morte depende da autorização da família, e cerca de 45% das famílias ainda dizem não. Muitas vezes, a recusa acontece porque ninguém sabia o que a pessoa queria. “Percebemos que a campanha não precisava convencer ninguém a ser doador. Precisava abrir espaço para uma conversa que muita gente adia. Quando a vontade está clara, a decisão da família fica mais leve”, afirma Ricardo Menezes, Diretor Geral Brasília e COO da Nacional.
A campanha também reforça a dimensão de um sistema que é referência. O Brasil tem o maior sistema público de transplantes do mundo, e em torno de 86% dos procedimentos realizados no país são financiados pelo SUS. Em 2025, foram mais de 31 mil transplantes, um recorde histórico. Por trás de cada um desses números, há uma família que disse sim.
No filme, a conversa aparece onde ela realmente acontece: na videochamada da avó com o neto, no sofá da sala, no abraço entre mãe e filha. São cenas simples do cotidiano, em que cabe também a conversa mais importante. O resultado é uma comunicação que trata um tema sensível com respeito e, ao mesmo tempo, mobiliza as pessoas a agirem.
As peças estarão em todo o território nacional, em TV, rádio, cinema, internet, redes sociais e mídia exterior.























