A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e suas instituições associadas lançaram uma nova ofensiva publicitária nacional para combater golpes e fraudes eletrônicas. Criada pela agência iD\TBWA, a campanha traz o ator e humorista Rafael Portugal como protagonista e adota o conceito estratégico ‘Pare, Pense e Desconfie’.
A comunicação pretende gerar uma mudança comportamental imediata no consumidor, estimulando a cultura da dúvida mesmo em situações que pareçam legítimas.
O plano de mídia desenhado para a campanha aposta na pulverização e no formato omnichannel. Além da veiculação tradicional em redes de TV, rádios e portais de notícias, a estratégia digital invade o ecossistema das principais redes sociais (Facebook, Instagram, Google, Spotify, TikTok e YouTube).
Como diferencial de formato, a agência desenvolveu reels interativos e uma novela vertical produzida exclusivamente para o Kwai, adaptando a mensagem à linguagem de cada plataforma.
Em vez de apenas informar, as peças buscam interceptar a tomada de decisão do usuário no exato instante da abordagem criminosa. Para ilustrar esse processo psicológico, a agência criou o conceito da ‘Central da Consciência’. Rafael Portugal encena o conflito interno vivido pelos clientes – o limbo entre a confiança, a dúvida e a urgência gerada pelos golpistas. A narrativa traduz conceitos complexos de engenharia social em um framework simples de segurança: Parar, Pensar, Desconfiar e Verificar.
“Nossa nova campanha é mais um bom exemplo de como o marketing pode ser corretamente usado para levar informação importante às pessoas e garantir a segurança dos clientes”, avalia Ivo Mósca, diretor de Inovação, Produtos e Segurança da Febraban.
O setor bancário investe cerca de R$ 5 bilhões anuais em cibersegurança e prevenção a riscos.
As peças publicitárias foram mapeadas com base nas principais dores do mercado e cobrem as fraudes mais comuns do cotidiano brasileiro:
- Falsa central bancária: simulação de canais de atendimento oficiais.
- Iscas promocionais: falsas vendas e ofertas com descontos irreais.
- Gatilhos de urgência: o uso do Pix sob pressão emocional.
- Identidade visual clonada: perfis e sites falsos espelhados.
- Fraudes operacionais: golpe do falso motoboy, investimentos fakes e a maquininha de cartão quebrada.
No YouTube, onde foi publicado o filme da campanha às 15:30 – há uma hora -, o número de visualizações chega perto das 700 mil.





















