Em mais uma edição, a terceira consecutiva, a Natura repete sua parceria com o arquiteto e designer Marko Brajovic para assinar a presença da marca no Rock in Rio 2026. O projeto deste ano transforma o estande em um laboratório de inovação e economia circular. A estrutura materializa esse olhar por meio de soluções que priorizam a arquitetura bioclimática ( prática de projetar edifícios que usam o clima local, o sol e o vento para garantir conforto interno e gastar menos energia), e o reutilização integral de materiais pós-consumo.
Ao todo, a montagem reaproveitou mais de 1,6 tonelada de resíduos, utilizando cerca de 47 mil embalagens recicladas da própria Natura para erguer sua estrutura. O reaproveitamento dos insumos pós-consumo evitou a emissão de mais de 2 toneladas de gases de efeito estufa (GEE) na atmosfera, demonstrando o impacto prático da descarbonização em grandes eventos.
Marko Brajovic conta que o projeto desafia a lógica tradicional de cenografias para festivais. “Desde o início, enxergamos esta ativação como um laboratório vivo de inovação. Não se trata apenas de aplicar material reciclado como elemento estético, mas de provar que a economia circular e a biomimética podem gerar estruturas altamente funcionais, esteticamente marcantes e biologicamente integradas”, afirma o arquiteto.
Outro ponto importante do projeto é o investimento na arquitetura bioclimática. A cobertura da estrutura foi desenvolvida com painéis que imitam o formato e a disposição das folhas de cacau e cupuaçu. O design funcional das folhas atua como uma solução termoclimática: a disposição das peças permite que o vento circule livremente por todo o espaço, garantindo ventilação natural e conforto térmico para o público sem a necessidade de sistemas de refrigeração de alto consumo energético.






















