A Oficina, marca de moda masculina do grupo Azzas2154, lança ‘The Post’, sua primeira revista impressa. A publicação expande o universo editorial da marca e traduz para o papel os mesmos princípios que norteiam seu conteúdo: elegância, excelência e o compromisso de transformar cada edição em um objeto de coleção.
Depois de quatro anos construindo o ‘The Oficina Post’ como plataforma digital, a Oficina faz agora o caminho inverso e materializa seu repertório de curadoria no papel. A edição impressa estreia em agosto, com 120 páginas, tiragem limitada, circulação semestral e formato de permanência.
É uma revista para se colecionar, deixar em cima da mesa, guardar, ler e reler. A publicação reúne textos do ambiente digital que merecem permanecer, além de ensaios, entrevistas, reflexões e histórias criados especialmente para esta edição. A transição do digital para o impresso aponta para a busca cada vez mais presente na Oficina de recuperar experiências físicas, táteis e até mais lentas que serão relevantes a qualquer tempo.
“O digital distribui, o impresso eterniza. Criamos uma comunidade através de textos, newsletters e reflexões sobre cultura, estética, design, moda e comportamento. E agora a revista chega com um recorte do que merece continuar existindo fora da lógica acelerada das timelines”, conta Gabriel Zandômenico, sócio fundador da Oficina.
Cada página funciona como uma extensão do olhar curatorial da marca. Na primeira edição, o leitor encontra guias e recortes que traduzem esse ponto de vista. Estão lá o melhor da gastronomia, cultura e música de São Paulo; uma seleção da discografia de Milton Nascimento, que também ganha um perfil mostrando como o artista mineiro se tornou um ícone mundial; e até algumas “inside informations” sobre estações de ski para quando a neve chamar. As imagens assumem um papel central, não apenas como ilustração, mas como linguagem. Em muitos momentos, são elas que conduzem a narrativa, aproximando a ‘The Post’ dos livros de fotografia e das publicações independentes.
Em um cenário marcado pelo consumo acelerado de conteúdo, a revista propõe outro ritmo de leitura, mais atento, contemplativo e sem prazo de validade, um objeto editorial pensado para voltar às mãos do leitor muitas vezes, sempre com novas descobertas.






















