A operadora Claro, patrocinadora oficial do projeto, e a Eletromidia, empresa de mídia Out of Home (OOH), decidiram expandir a operação ‘Abrigo Amigo Claro’ de 8 para 10 cidades brasileiras. A iniciativa, que transforma pontos de ônibus em espaços de apoio e acolhimento, chega agora a Curitiba, com inauguração confirmada para o dia 1º de junho, e a Belo Horizonte, prevista para a segunda quinzena do mês.
O sucesso e a forte aceitação da iniciativa aceleraram a evolução do projeto, superando a meta anterior, que totalizava oito capitais e grandes centros. Com a implementação de 150 novos abrigos, a expansão amplia a meta nacional de 635 para 785 unidades ativas, um crescimento de mais de 23% no total. A consolidação nacional do projeto é viabilizada pelo modelo de Parcerias Público-Privadas (PPP), construído em estreita colaboração com as prefeituras locais.
Desde que a Claro assumiu o patrocínio exclusivo do projeto, em setembro de 2025, a iniciativa quintuplicou a sua capacidade, com centenas de abrigos conectados via fibra óptica e tecnologia 5G.
“Temos muito orgulho de ver o Abrigo Amigo Claro ganhar escala e chegar a mais cidades, porque ele materializa o que acreditamos como marca: usar a tecnologia além do nosso core business, que é a conexão entre pessoas, casas, equipamentos e empresas, também para conectar e cuidar”, destaca Ane Lopes, diretora de Marca e Comunicação da Claro.
O projeto funciona diariamente das 20:00 às 5:00 horas da manhã e oferece atendimento remoto especializado para quem aguarda o transporte público à noite. As atendentes – todas mulheres – são treinadas para manter contato por vídeo, oferecer suporte e acompanhar a espera, ajudando a tornar o momento mais tranquilo e menos solitário. Não é necessário se identificar: o anonimato protege o usuário e garante um ambiente seguro e sem constrangimentos.
Cada unidade é equipada com câmeras de alta resolução, microfones sensíveis e alto-falantes potentes, conectados à central de monitoramento. Além disso, o Abrigo Amigo Claro foi criado para garantir acessibilidade universal: o botão de acionamento tem placa em braille e está posicionado a 1,20 metro de altura, adequado para cadeirantes, crianças e pessoas com deficiência. O atendimento remoto dispõe de comunicação em Libras, e está em andamento a implementação de legendas durante as chamadas.
A urgência da iniciativa reflete os desafios das cidades. De acordo com um estudo da Consultoria Legislativa do Senado (2024), 97% das mulheres brasileiras têm medo de sofrer violência durante deslocamentos, incluindo o transporte público. O levantamento aponta ainda que uma mulher sofre assédio a cada 1,5 segundo no país, reforçando a relevância da expansão de projetos de proteção urbana.






















