A nova operação pretende estruturar sistemas narrativos escaláveis, capazes de se desdobrar em campanhas, bancos de imagem proprietários, ativações híbridas, conteúdos institucionais e projetos de entretenimento.
Para Diego Locatelli, cofundador e diretor de sistema criativo da Drift, o audiovisual é uma ferramenta de possibilidades. “Pode ser um filme de 30 segundos ou um sistema inteiro de imagens que sustenta uma comunicação ao longo do tempo. A tecnologia generativa faz parte do nosso arsenal, mas não é o centro dele”, pontua.
A operação da Drift parte de uma lógica publicitária clássica: definição de personagens, construção de roteiro, validação de storyboard e alinhamento estratégico com os objetivos do cliente.
Nesse processo, a empresa também investe na geração de seus próprios dados e bases de referência, garantindo maior autoria nas criações e segurança no uso dos modelos.
Adaptação constante inspira o próprio nome da empresa. No automobilismo, drift é o ato de deslizar com controle, metáfora que traduz a proposta da companhia de navegar entre tecnologia, linguagem e modelo de negócio com segurança, mesmo em terrenos instáveis.
Desde o início, a Drift já realizou 24 projetos, todos com uso de tecnologia generativa em alguma etapa do processo. A empresa adota uma abordagem híbrida de produção, combinando geração de imagem, captação tradicional e abertura de câmera quando necessário para ampliar realismo e flexibilidade narrativa.
Os sócios
Diego Locatelli é diretor de projetos audiovisuais.
Ao longo da carreira, colaborou com marcas como Nubank, Itaú, Coca-Cola, Shell, Meta, Ambev, Havaianas, General Motors, entre outras, conduzindo projetos que transitam entre o cinema, a publicidade e o futuro da imagem em movimento.
Rimaldo de Sá é publicitário, fundador e CEO da Beta Rede. Seu portfólio tem atendimento a clientes como Vale, Sebrae, EDP, Rede Globo, Amazon Prime, Claro, Itaú, CBF e Ministérios do Turismo e do Esporte, personalidades nacionais, além de campanhas eleitorais, gestões de crises e trabalhos realizados para grandes corporações e instituições de países da América do Sul e América Central.
Sua busca por novos conhecimentos já o levou por trilhas pelos ecossistemas do Vale do Silício, da China e de Israel.























